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Drogas e Cultura: novas perspectivas
Salvador, Edufba/MINC, 2008.drogas_e_cultura

Beatriz Caiuby Labate, Sandra Goulart, Maurício Fiore, Edward MacRae e Henrique Carneiro (organizadores)

O consumo de substâncias psicoativas é fenômeno recorrente e disseminado em diversas sociedades humanas, entretanto, os modos pelos quais essa existência e esses usos são concebidos e vivenciados variam histórica e culturalmente. Foi pensando nisso que o livro Drogas e cultura: novas perspectivas foi criado. A obra expressa a valorização do papel das ciências humanas na reflexão sobre o tema drogas e, paralelamente, procura relacionar esta análise a um extenso conjunto de discussões. Revela que o tema deve ser abordado através de uma perspectiva multidisciplinar considerando não só seus aspectos farmacológicos e psicológicos, mas, também, socioculturais.

 

Drogas, Políticas Públicas e Consumidores
Campinas: Mercado de Letras; São Paulo: Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos, 2016.(NEIP)drogas_politicas_publicas_e_consumidores

Beatriz Caiuby Labate, Frederico Policarpo, Sandra Lucia Goulart e Pablo O. Rosa (organizadores)

Este livro visa refletir sobre as representações acerca do consumo de substâncias psicoativas e discutir instrumentos teóricos e metodológicos que permitam compreender os padrões de consumo, seus efeitos e os controles que os cercam. Contempla a multiplicidade de discursos e práticas que coexiste em torno das “drogas”. Tanto as estratégias de controle sobre as experiências de consumo, como aquelas mobilizadas para garantir esse consumo são consideradas em suas singularidades, isto é, a partir de sua própria constituição. Nenhum discurso serve como referencial externo para a interpretação de outros: o que dizem e fazem os agentes da lei e da saúde são tão legítimos quanto o que dizem e fazem os que consumem ayahuasca, álcool, crack ou ritalina. Nesse sentido, propõe-se problematizar o paradigma “médico-legal”. Ao mesmo tempo, busca-se superar a dicotomia “efeitos farmacológicos” versus “aspectos culturais”, promovendo o diálogo entre diferentes campos de conhecimentos, de modo a se pensar o tema a partir de uma perspectiva mais integrada. Para tanto, o livro comporta: 1) Etnografias sobre as práticas de consumo de “drogas”, “plantas” e/ou “remédios”;  2) Regulamentações e controles sobre as “drogas”: Legislativo, Tribunais de Justiça e Delegacias; e 3) Análises dos serviços de saúde, atendimento e tratamento de pessoas que fazem uso de substâncias psicoativas.

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